Brasileiro consome 1,7 camisinha por ano!



Segundo a Hypermarcas, responsável pela produção da Jontex e Olla, o consumo de preservativos no Brasil está bem abaixo do que o registrado em outros países.

É comprada no país 1,7 camisinha per capita por ano, contra 10 no Japão, 8 na Grécia e 4,5 nos EUA, de acordo com dados da Nielsen estudados pela empresa.

A Hypermarcas, que é brasileira, comprou a Jontex da Johnson & Johnson depois de um processo competitivo em que se habilitaram empresas de países como a Austrália. Hoje, cerca de 80% das camisinhas consumidas no país são importadas.




Sexo seguro é o sexo sem o risco de ser contaminado ou contaminar o(a) seu(sua) parceiro(a) com doenças sexualmente transmissíveis.

Esta segurança só poder ser atingida através do sexo monogâmico com
parceiro(a) sabida e comprovadamente sadio(a) ou quando o sexo é realizado sem o contato ou troca de fluidos corpóreos como esperma, secreção vaginal e sangue.

A segunda situação é obtida através do uso da camisinha, camisa-de-vênus, condom (do latim condare, que significa "proteger") ou preservativo.
É necessário observar que o uso da camisinha, apesar de proporcionar excelente proteção, não proporciona proteção absoluta (ruptura, perfuração, deslizamento, colocação inadequada etc).

É importante informar também que a proteção proporcionada pelo uso da camisinha é relativo nas doenças em que não ocorrem secreções genitais: Herpes, HPV, Sífilis, Cancro Mole, Pediculose do Pubis etc, uma vez que o agente transmissor pode estar localizado fora da área protegida pelo preservativo.

Essas mulheres...


O Beijo de Cada Nacionalidade.


Beijar é muito bom, ainda mais quando acontece uma química entre você e o gato. Dizem que, independente da língua, o beijo sempre tem potencial, mas será?

Depois de ler e ouvir alguns depoimentos de leitoras e amigas, a gente percebeu que os americanos ficaram em último lugar na opinião das mulheres brasileiras. Sabe por que? Segundo a maioria das fontes, eles não sabem dar um beijo de língua.

Os espanhóis, em compensação, mandaram muito bem. “Eles são calientes”, disse nossa fonte. O italiano perdeu um pouco no quesito, pois ele sabe conversar muito, mas na hora do beijo, ele deixa a desejar.


Para os australianos, o beijo parece ser um pouco insignificante, pois é rápido e difícil de se repetir. Os ingleses mostram mais habilidade quando estão entre quatro paredes, já que em público, eles mal conseguem pegar na sua mão. Franceses são mais escandalosos e não economizam nos movimentos na hora de beijar.

Argentinos, uruguaios, mexicanos e paraguaios beijam com aquele tesão que só latino sabe ter. Já os brasileiros, não precisa nem comentar que ganharam nossa pesquisa, pois são os melhores ‘beijoqueiros” que as mulheres daqui já experimentaram. Que bom, hein? Isso significa que estamos no país certo, só temos que saber aproveitar!


maurenmotta.com.br

Javier Bardem


Javier Ángel Encinas Bardem. Proveniente de uma família de atores e cineastas, jogou rugby na seleção espanhola e estudou pintura, antes de se decidir pela carreira cinematográfica. Até então, contava apenas com uma pequena participação no cinema: com onze anos, atuou ao lado da mãe, Pilar Bardem.

Forte e apesar de aparecer quase sempre com o peso um pouco acima do padronizado pelos galãs atuais, Javier Bardem está em plena ascensão como um dos atores "sexy" do cinema atual.





Beijo na boca protege contra doença


Pronto. Agora você já tem uma desculpa científica para sair beijando por aí. Cientistas da Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriram que durante o beijo, o homem pode inocular o citomegalovirus - um vírus que vive na saliva masculina - na mulher. Apesar de inofensivo em pessoas adultas, o vírus pode ser extrememente perigoso durante a gravidez, levando ao aborto ou à deficiência do feto.

Por isso, a melhor imunização é beijar. Mas não vale partir para a micareta. Para garantir bons resultados, o médico responsável pela pesquisa divulgada no jornal Medical Hypotheses, doutor Colin Hendrie, recomenda que a mulher beije o mesmo homem durante cerca de seis meses antes da gravidez. Assim, dá tempo de o corpo preparar os anticorpos, o que reduz as chances de infecção do bebê.

Fonte: Superinteressante

 
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